Depois de 23 anos de corrida, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima anunciou aposentadoria nessa última terça-feira (3). Detentor de feitos históricos, o paranaense encerra a carreira na próxima corrida de São Silvestre, no dia 31 de dezembro em São Paulo.
Bicampeão pan-americano, campeão da Maratona de Tóquio, de São Paulo entre outros, Vanderlei teve o maior destaque de sua carreira na Olimpíada de Atenas, em 2004. Durante a maratona olímpica, quando liderava a prova, um padre irlandês entrou na pista e empurrou o brasileiro, que mesmo assim levantou e continuou a corrida.
Ainda com todo esse obstáculo extra no caminho, Vanderlei garantiu a medalha de bronze e se tornou o primeiro brasileiro a subir no pódio de uma maratona olímpica. Indagado se hoje ele se arrepende de ter perdido o ouro em Atenas, Vanderlei diz que não. “Não tenho arrependimento daquilo que aconteceu. O que aconteceu foi um imprevisto que não tinha nada haver com a corrida. Mas realizei um sonho que foi conquistar uma medalha olímpica. Foi um momento de superação e conquista”.
Aos 39 anos, a decisão de encerrar a carreira foi feita em conjunto com o seu treinador, Ricardo D´Angelo. “Já são 23 anos de corrida. Achamos que essa era a hora de parar”, conta. Vanderlei começou a correr na escola incentivado por um professor. Desde então ele não parou mais. E mesmo depois da aposentadoria, ele não vai parar de correr.
“Eu encerro minha carreira profissional, mas vou continuar correndo com o compromisso e objetivo de ser padrinho da minha equipe. Eu vou ser um atleta que vou promover o esporte não só dentro da equipe como também dentro da federação e confederação brasileira”, revela Vanderlei que integra a equipe BM&F e ainda continua com seus patrocinadores.
Para a São Silvestre, o atleta não fará nenhum treinamento específico, o seu objetivo é completar a prova. “Vai ser uma participação especial, não estou preocupado com performance”, conta. Ainda acometido por uma pubalgia, ele está em fase de tratamento e espera sanar a doença o mais rápido possível para encerrar a carreira bem.
Futuro do atletismo brasileiro- De acordo com Vanderlei, o Brasil está melhorando no incentivo ao esporte, mas ainda está longe do ideal. “O atletismo está evoluindo muito bem. As pessoas estão aprendendo a gostar de correr. Apesar de ser um esporte que pode ser praticado em qualquer condição, o Brasil ainda é carente em infra-estrutura. Nós ainda temos poucas pistas de atletismo no Brasil, por exemplo”.
Para ele, atualmente o principal nome do atletismo brasileiro é Marílson Gomes dos Santos. O maratonista conquistou o bicampeonato da Maratona de Nova York no último domingo (2) nos Estados Unidos. “Ele tem tudo para chegar numa olimpíada aí e alcançar um grande resultado. Hoje o Marílson sem dúvida é o grande nome do atletismo brasileiro pelo seu trabalho e resultados”, comenta.
Mas para alcançar o sucesso, assim como ele e como Marílson, Vanderlei acredita que a nova geração tem que treinar muito. “É preciso ter garra, determinação e disciplina para alcançar o sucesso. Muitas vezes o jovem atleta vai ter que abdicar muitas coisas, principalmente a família, para chegar na grande conquista”.
O segredo para isso é ter foco. “O jovem tem que colocar isso na cabeça. Hoje ele tem muitas coisas de fácil acesso e isso acaba distraindo o jovem na busca da perfeição do esporte”.
Fonte: Webrun
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Inscrições para a São Silvestre estão encerradas
Já estão encerradas as inscrições para a 84ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, prova que será disputada no próximo dia 31 em São Paulo. Esse ano os organizadores colocaram à disposição do público um total de 20 mil vagas e, o esgotamento há quase um mês do evento, mostra mais uma vez a força e o carisma de uma das corridas mais tradicionais da capital paulista.
Na segunda semana de novembro restavam ainda cinco mil vagas para o field e, os avisos dos organizadores para que os retardatários se apressassem parece ter dado resultado. “Pelo segundo ano seguido, teremos 20 mil pessoas correndo na São Silvestre. Isso mostra o carinho dos atletas com a prova, ainda mais porque todas as vagas foram preenchidas quase um mês antes da competição”, comenta Júlio Deodoro, um dos responsáveis pela organização.
O percurso será o mesmo dos outros anos, com 15 quilômetros de extensão, largada em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1.578) e chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900). Ano passado o Quênia dominou a prova masculina e a feminina, com vitórias de Robert Cheruiyot e Alice Timbilili, com os tempos de 45min54 e 53min07 respectivamente.
Os kits e o chip de cronometragem serão entregues antecipadamente, a partir do dia 26, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na Rua Abílio Soares, 1.300, região do Ibirapuera. No dia 26 a entrega será feita das 9 às 19 horas; nos dias 27 e 28 os inscritos poderão retirar das 9 às 18 horas; no dia 29, o horário será das 9 às 20 horas; e no dia 30, a entrega funcionará das 8 às 17 horas. Vale lembrar que no dia da prova não haverá entrega do material.
Fonte: Webrun
Na segunda semana de novembro restavam ainda cinco mil vagas para o field e, os avisos dos organizadores para que os retardatários se apressassem parece ter dado resultado. “Pelo segundo ano seguido, teremos 20 mil pessoas correndo na São Silvestre. Isso mostra o carinho dos atletas com a prova, ainda mais porque todas as vagas foram preenchidas quase um mês antes da competição”, comenta Júlio Deodoro, um dos responsáveis pela organização.
O percurso será o mesmo dos outros anos, com 15 quilômetros de extensão, largada em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1.578) e chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900). Ano passado o Quênia dominou a prova masculina e a feminina, com vitórias de Robert Cheruiyot e Alice Timbilili, com os tempos de 45min54 e 53min07 respectivamente.
Os kits e o chip de cronometragem serão entregues antecipadamente, a partir do dia 26, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na Rua Abílio Soares, 1.300, região do Ibirapuera. No dia 26 a entrega será feita das 9 às 19 horas; nos dias 27 e 28 os inscritos poderão retirar das 9 às 18 horas; no dia 29, o horário será das 9 às 20 horas; e no dia 30, a entrega funcionará das 8 às 17 horas. Vale lembrar que no dia da prova não haverá entrega do material.
Fonte: Webrun
domingo, 16 de novembro de 2008
Marilson: "Não existe um bom resultado sem treino. Não existe milagre nesse tipo de atividade que faço"
Após conquistar o bicampeonato da Maratona de Nova York, Marílson Gomes dos Santos conta com detalhes sobre a sua estratégia na prova e como conseguiu arrancar no último quilômetro, ultrapassar o marroquino Abderrahim Goumri e vencer a prova com 2h08min43s.
O atleta patrocinado pela Nike diz que treinou muito para alcançar seu objetivo e conquistar o reconhecimento mundial na prova. “Ninguém ganha uma maratona por sorte ou acaso uma vez. Imagina duas”, afirma Marílson.
Veja entrevista exclusiva que Marilson Gomes dos Santos concedeu em Nova York à jornalista e corredora Fernanda Paradizo.
Fernanda Paradizo - O que representa vencer pela segunda vez em Nova York? Qual a diferença em relação a 2006, quando venceu pela primeira vez?
Marilson Gomes dos Santos - Na primeira vez, não tinha noção do que isso significava. Não tinha noção do quanto essa vitória ia alavancar minha carreira. Dessa vez foi diferente. Eu já estava ciente disso. E eu queria muito vencer novamente aqui. Queira muito poder provar que não que não era um azarão. Não venci a primeira vez por sorte, como muitos pensaram. Com a segunda vitória, pude provar que tenho capacidade para fazer uma boa maratona e vencer uma prova grande como esta. Ninguém ganha uma maratona por sorte ou acaso uma vez. Imagina duas. Meu objetivo era esse. Vencer novamente, ser reconhecido pelo meu trabalho, pelos meus treinos e pelo o que venho fazendo ao longo da minha carreira.
Você direcionou todo seu foco de 2008 para a maratona dos Jogos Olímpicos, mas as coisas não saíram como esperava. Como buscar motivação novamente para em tão curto espaço de treino voltar bem, em condições de lutar por um título tão importante com a Maratona de Nova York?
Quem corre maratona sabe que nem todo dia é um dia bom para o maratonista. Às vezes você treina, faz tudo certinho e as coisas dão errado, como aconteceu em Pequim. É preciso se acostumar com isso. Nem sempre tudo acontece da forma como você imagina. Claro que eu queria ter corrido bem nas Olimpíadas. Eu não parei na maratona olímpica por causa da colocação. Parei porque não tinha condições físicas de terminar a prova. Não acho que ganharia a prova, porque foi muito rápida, fora das minhas características, mas acredito que conseguiria uma boa colocação se tivesse num bom dia. Mas, se não acertei numa oportunidade, por que não posso tentar de novo? É disso que tiro minha motivação. Procurei focar numa outra prova e tentar novamente. Claro que a vitória em Nova York não substitui um resultado que poderia ter conseguido em Pequim. Imagino que vou lamentar isso por alguns anos ainda. Mas estou muito feliz por vencer novamente. É uma prova difícil e bem concorrida e ganhar p ela segunda vez é um feito extraordinário.
Como foi sua trajetória pós-Olimpíadas e quando decidiu que faria Nova York?
Eu já tinha o convite dos organizadores, mas só resolvi que faria duas semanas depois de Pequim.
O Adauto me convenceu, até porque eu tinha feito uma preparação muito boa para os Jogos e achamos que era possível aproveitar um pouco dessa preparação, treinando em menos espaço de tempo que normalmente treino e ainda assim chegar bem para fazer a prova. Descansei duas semanas depois da maratona olímpica e retornei aos treinos já visando Nova York. Fiquei ainda duas semanas treinando em Campos do Jordão para ficar um pouco afastado da cidade de São Paulo, onde clima estava variando demais e teria que me deslocar muito para treinar. Campos é uma cidade mais pacata, as coisas são mais perto uma da outra. Fiquei mais lá pela tranqüilidade da cidade mesmo e consegui fazer ali excelentes treinos, sempre muito bem focado no meu objetivo. Fazia alguns treinos em altitude e descia a serra para fazer em Taubaté os treinos de pista. Foi muito bom. Fui para o Mundial de Meia maratona, no Rio de Janeiro, com pouco tempo de treino e mesmo assim considero que fiz ali uma excelente prova. Isso me animou. Foi bom encaixar uma meia maratona bem. A partir dali, comecei a pensar mais alto e acreditar que poderia chegar bem em Nova York. Em relação à rotina de treino, não mudei nada do que fiz para as Olimpíadas. Fiz o mesmo treino, mas apenas em menos espaço de tempo.
Você está aqui na entrega da premiação da World Marathon Majors e acabou de assistir a um filme destes dois anos do circuito. Você se viu ali no filme, vencendo em Nova York em 2006. Como você se sente fazendo parte dessa história ao lado de nomes tão consagrados no atletismo? O que lhe vem à cabeça quando você se vê ali?
Quando comecei a correr 42 km era na verdade isso que eu buscava. Deixei de correr algumas provas no Brasil porque queria correr maratona e estar entre os melhores corredores do mundo. Estou conseguindo fazer parte dessa história e para mim isso é muito importante. Quando eu vejo um filme desses, sinto a sensação de dever cumprido e que eu posso chegar ainda mais longe. Não sei aonde eu posso chegar. Não sei até quando, mas vou batalhar para estar sempre entre os melhores.
Você tem evoluído bastante nestes últimos anos e o resultado em Nova York, com um tempo apenas 5 segundos acima da sua melhor marca, comprova isso, ainda mais porque sabemos que a Maratona de Nova York é uma prova mais difícil em relação a percurso. Conseguir um resultado tão bom em termos de tempo numa prova como esta lhe dá confiança para mostrar que pode ir mais longe?
Corria em Nova York (2h08min43s) minha segunda melhor marca, apenas cinco segundos mais lento. Foi muito próximo do meu melhor, que fiz em Londres no ano passado (2h08min38s). Isso mostra que eu tenho condições de correr muito mais rápido num percurso favorável. Saio dessa prova com a sensação de que minha real marca em tempo ainda está por vir. Eu posso correr muito abaixo disso.
Ao que você credita seu sucesso?
Ao treino. Não existe um bom resultado sem treino. Não existe milagre nesse tipo de atividade que faço. Se você não treina bem não tem como conseguir sucesso. O treino é 80% do atleta que quer melhorar o resultado. Claro que temos que contar um pouco com a sorte para estar bem no dia, mas só ela não basta. É preciso treinar muito e batalhar para chegar bem e ter condições de enfrentar os 42 km.
De onde vem a confiança para saber que você está bem para encarar uma prova como Nova York, por exemplo? Quais seus indicativos?
Os treinos são os principais indicativos. Embora eu tenha tido pouco tempo para me preparar para Nova York, isso até em função dos Jogos e da Meia do Rio, os treinos estavam muito semelhantes, com uma resposta muito parecida do que vinha fazendo em 2006, principalmente na parte final da preparação. É isso que me dá confiança. Cada treino que eu faço e percebo que melhoro, vou comparando com o que já fiz em situações similares, em certas competições e chego à conclusão de que posso correr bem. São os treinos que me dão, por exemplo, a confiança de, numa coletiva de imprensa, dizer que estou bem e vou correr com o objetivo de ganhar.
Na coletiva de imprensa você disse que era difícil montar uma estratégia para a prova, porque todos os atletas se conheciam muito bem. Muito dificilmente ninguém ia deixá-lo escapar na Primeira Avenida, como aconteceu em 2006. Você disse que sua estratégia era se manter no pelotão da frente e também não deixar ninguém escapar. Como foi sua prova?
A estratégia foi me manter na frente toda com o grupo, não deixar ninguém escapar. No momento que o marroquino quis escapar, fui junto. Foi aí que abrimos uma certa vantagem do segundo grupo. Até a passagem da meia maratona estava um bolo de atletas, todos juntos. A prova passou a marca da meia num ritmo mais lento do que em 2006, porque estava ventando contra e fez muito frio o tempo todo. A partir do quilômetro 25, na entrada da Primeira Avenida (depois da milha 16), houve algumas tentativas de fugas. Depois de alguns ataques, pouco a pouco o grupo foi se desmanchando. Perto do quilômetro 35, só restaram eu e o marroquino, que nos alternamos na liderança. Tentei escapar primeiro. Por volta do 37 km (milha 23), ele conseguiu escapar e abriu cerca de 7 segundos, mas não me abati. Tentei alcançá-lo o tempo todo e consegui buscá-lo no último quilômetro.
Quando o marroquino abriu, o que veio à sua cabeça? Achava que podia ainda buscar? Quando percebeu que dava para buscar e quando achou que a prova já estava ganha?
Fiquei calmo. Nessas horas você tem que tentar de tudo. Se ele cansasse, eu buscaria. Do contrário, teria que me contentar com a segunda colocação. Quando percebi que ele estava olhando para trás o tempo todo, comecei a apertar para tentar buscá-lo o mais rápido possível porque percebi que ele estava cansando. E consegui isso a cerca de 1.200 metros do final. Passei por ele, dei uma olhada e vi que ele ficou. Não teve reação. Mas só senti mesmo o sabor da vitória depois que passei a linha de chegada, até porque já vi acontecer de tudo em final de prova.
Como vencedor da prova, você tem tido nestes dias uma agenda lotada. O que fez até aqui e o que fará daqui para a frente?
Depois que cruzei a linha de chegada, está sendo na verdade uma outra maratona. A agenda é lotada e sempre tem alguma coisa para fazer. Após a maratona, no domingo, fui assistir ao jogo de basquete da NBA do New York Knicks com o Milwaukee Bucks. Na seqüência, fui direto para a festa de encerramento da maratona. Eu e a Juliana tivemos apena uma três horas de sono. E hoje (segunda) já tinha pela frente logo pela manhã a abertura do pregão da Bolsa de Valores de Nova York. Depois de duas coletivas de imprensa, estamos aqui agora no almoço da premiação da World Marathon Majors e daqui vamos direto subir ao Empire State para tirar fotos la de cima e poder ver a vista toda da cidade. Depois, nem sei mais o que vem pela frente. Apesar de cansativo, acho importante cumprir todos esses compromissos. É um retorno que podemos dar para uma prova que nos acolhe tão bem.
Quando você cumprir toda essa agenda, qual a primeira coisa que vai fazer?
Sigo amanhã, na terça, com a Juliana para a Disney. Já tinha programado isso. Vamos ficar cinco dias descansando, conhecendo os parques em Orlando e tentar descansar o máximo para chegar ao Brasil bem, porque tenho certeza de que na volta terei uma terceira maratona pela frente. Depois do treino intenso da Olimpíada, acabei descansando pouco. Agora vou ver se consigo ter um período mais longo de descanso para no ano que vem começar o primeiro semestre já com força total.
Intervenção da Juliana: Dia 9 de novembro, faremos seis anos de casados. Poder conhecer a Disney, ainda que em curto espaço de tempo, não deixa de ser uma comemoração.
Já tem em mente o que vai fazer daqui para a frente?
Vou descansar, tirar umas férias, avaliar minha condição física e, quando voltar, quero avaliar como vou reagir depois da maratona. Se estiver bem, volto na seqüência aos treinos. Existe uma pequena possibilidade de fazer a São Silvestre, mas é mais provável mesmo que meu objetivo principal seja apenas no ano que vem mesmo. Devo fazer uma maratona no primeiro semestre e uma no segundo. Ainda não está decidido qual será. Mas muito provalvemente devo voltar para Nova York.
Todo mundo sabe que um corredor não consegue ir muito longe sem um bom par de tênis. Principalmente um maratonista, que tem que acumular quilometragem nos pés. Qual o modelo de tênis que fez parte da sua temporada de treino para chegar bem em NY?
Desde a primeira vez que treinei com o Pegasus já gostei de cara. Faço a maior parte das minhas rodagens com ele. É um tênis que amortece bem e protege as articulações, não deixando dolorido. Gostei desde o primeiro contato com ele. Já a algum tempo venho usando o Pegasus. Uso em toda rodagem, seja ela curta ou longa. Em rodagens de 10 km para cima eu sempre vou de Pegasus. É um tênis resistente. Demora um tempo maior para acabar do que os de competição. Mesmo assim, procuro sempre alterná-lo nos treinos, para não usar só um par. Gosto de deixar a borracha dele normalizar, voltar ao normal. Geralmente tenho três pares em uso, que dura uma preparação toda para uma maratona.
E que modelo de tênis o conduziu à vitória em Nova York?
Corri com um Nike Katana. É um modelo antigo que pedi para a Nike, porque me adaptei bem com o tênis. Comecei a usá-lo quando fui para Campos do Jordão. Fiz poucos treinos com ele, até porque esse tênis tem menor durabilidade mesmo e pouco tempo de uso. Fiz alguns treinos de pista. Procurei não usar muito antes da prova para que ele estivesse no ponto certo. Dei apenas uma amaciada para que pegasse o formato do meu pé, adaptasse à pisada e já estivesse pronto para a maratona. A trajetória dele terminou no domingo. Agora ele está guardado, ainda com o chip da corrida e junto com o número de peito, como o da maratona de 2006.
Texto: Fernanda Paradizo, jornalista e corredora
terça-feira, 21 de outubro de 2008
TRACK & FIELD RUN SERIES

Nesse Domingo passado, foi realizada mais uma etapa do circuito Frack & Field Run Series, agora pelo Shopping Iguatemi Campinas.
Para variar, tudo o que a marca oferece estava la presente.
Desde o stand da marca ate as garotas mais lindas que se pode imaginar estavam la, e nem a chuva que caia no Domingo, fizeram a festa ficar menos animada.
Acho que a única coisa a ser questionada no quesito negativo, foi em relação ao estacionamento cedido pelo shopping. Apenas a parte coberta, o que então levou a uma enorme fila de carros, fazendo com que os mais desavisados fossem pegos de surpresa e chegasse depois do "tiro de largada".
Mais isso ainda é pouco para ofuscar tanta coisa legal.
A corrida em si, foi interessante, primeiro pelo percurso, o que pra mim foi muito legal, pois já não aguentava mais as ruas do taquaral, e as avenidas Princesa D´oeste e Aquidaban..
Outro ponto que foi muito legal pra esse que vos escreve´foi o fato de estar voltando as corridas depois de longos 10 meses parados em decorrencia a dores na coluna.
Acredito que por esse fator, eu estava tão compenetrado na corrida em não sentir dores, e manter um ritmo tranquilo que em muitas horas eu nem lembrava o que estava tocando em meu mp3, e olha que estava tocando o bom e velho AC/DC naquele volume.
Corri por precaução somente os 5 km, e foi o suficiente por enquanto. e mesmo assim, quando terminava a prova, naqueles últimos 200 metros, onde é praticamente impossível segurar o ritmo (geralmente a gente dispara)eu so lembrei de fechar o cronometro que ali marcava 35 minutos e 31 segundos, dando uma media de 7:06 minutos / km, pra mim estava otimo, cruzei a linha de chegada e me fechei num cantinho pra poder botar tudo pra fora e dizer que mais uma vez, depois de tanto tempo: EU CONSEGUI
FRANCISCO PRADO
sábado, 13 de setembro de 2008
Day Off - Algumas Considerações
Parece que o chavão "quanto mais eu treinar, melhor será minha performance" prevalece na cabeça dos corredores.
Puro engano, pois o day off é um dia no processo de estruturação do treino, tão importante quanto um treino de qualidade, um treino de ritmo, longão, etc.
Já se aplica em treinamentos modernos, a defesa da qualidade contra o antiga escola que priorizava a quantidade. Vale ressaltar, que qualquer treinamento, deve respeitar a Individualidade Biológica da pessoa, seus objetivos, disponibilidade de tempo, histórico de treinamento, lastro adquirido na vida esportiva.
Dessa forma, independente do treinado, o day off ganha a sua importância. Para se ter um bom exemplo, reduzir a carga ( volume de treino ) para atletas de elite ou amadores sérios que costumam rodar 150 km semanais, é dar a corda para eles se enforcarem. A resistência é tão grande, que muitas vezes como exemplo temos que somente reduzir um treino de 18 km para 10 km, com o propósito do atleta não pirar.
Esses atletas viciados na endorfina, na quantidade de treinos exagerados, são os mais propensos a adquirir overuse ( super treinamento ) e fratura de stress.
Sendo assim, muitas vezes nos técnicos usamos treinamentos "placebos" (com objetivo de recuperação), mascarando o day off do atleta - que nesse caso passa a ser ativo.
Para os corredores amadores, por serem solicitados em suas outras funções, principalmente profissionais, a resistência é um pouco menor. Mesmo assim, também encontramos dificuldades. Uma característica interessante quanto ao day off, é quando se associa o mesmo às
vésperas de competições. Alguns atletas preferem descansar, enquanto outros no mínimo, precisam dar uma trotadinha. Aplico aos meus orientados, a lei do feedback, ou seja, coloco o mesmo atleta nessas duas situações diferentes, e começo a perceber em qual ele tem um melhor rendimento. Passado alguns meses, a resposta
fica clara para o técnico.
Um outro ponto em comum, é dar descanso geral após uma competição. Essa situação, através de pesquisas na área de Treinamento Desportivo, mostra que só estaremos retardando a recuperação desse atleta. O mais correto, é dar um treino
leve no dia seguinte e depois de 48 horas , dar o descanso geral. A resposta da maioria dos atletas fazendo essa recuperação dois dias depois traz um rendimento mais eficiente no decorrer do treinamento.
Dessa forma, uso muitas vezes o day off na manga, como se fosse um mágico que tira uma surpresa a qualquer momento. Por estar próximo do atleta, controlar suas percepções de treino, acabo usando o day off no momento em que acho que vou permitir ao atleta um descanso necessário para o cumprimento da meta na semana. Esses day offs acabam para o mesmo atleta, sendo transitórios, podendo acontecer
em qualquer dia.
Não existe padronizações, mais o que geralmente ocorre, em minhas escolhas, é permitir um descanso total antes de um treino mais forte
( longos ou tiros ), ou escolher uma data mais acessível ao atleta de ter uma melhor sociabilização com a família e amigos ( sábado ou domingo ).
Por todos esses motivos que circundam o day off, ele deve ser encardo como um dia importante no treinamento.
"Prof. Luiz Fernando Bernardi"
Puro engano, pois o day off é um dia no processo de estruturação do treino, tão importante quanto um treino de qualidade, um treino de ritmo, longão, etc.
Já se aplica em treinamentos modernos, a defesa da qualidade contra o antiga escola que priorizava a quantidade. Vale ressaltar, que qualquer treinamento, deve respeitar a Individualidade Biológica da pessoa, seus objetivos, disponibilidade de tempo, histórico de treinamento, lastro adquirido na vida esportiva.
Dessa forma, independente do treinado, o day off ganha a sua importância. Para se ter um bom exemplo, reduzir a carga ( volume de treino ) para atletas de elite ou amadores sérios que costumam rodar 150 km semanais, é dar a corda para eles se enforcarem. A resistência é tão grande, que muitas vezes como exemplo temos que somente reduzir um treino de 18 km para 10 km, com o propósito do atleta não pirar.
Esses atletas viciados na endorfina, na quantidade de treinos exagerados, são os mais propensos a adquirir overuse ( super treinamento ) e fratura de stress.
Sendo assim, muitas vezes nos técnicos usamos treinamentos "placebos" (com objetivo de recuperação), mascarando o day off do atleta - que nesse caso passa a ser ativo.
Para os corredores amadores, por serem solicitados em suas outras funções, principalmente profissionais, a resistência é um pouco menor. Mesmo assim, também encontramos dificuldades. Uma característica interessante quanto ao day off, é quando se associa o mesmo às
vésperas de competições. Alguns atletas preferem descansar, enquanto outros no mínimo, precisam dar uma trotadinha. Aplico aos meus orientados, a lei do feedback, ou seja, coloco o mesmo atleta nessas duas situações diferentes, e começo a perceber em qual ele tem um melhor rendimento. Passado alguns meses, a resposta
fica clara para o técnico.
Um outro ponto em comum, é dar descanso geral após uma competição. Essa situação, através de pesquisas na área de Treinamento Desportivo, mostra que só estaremos retardando a recuperação desse atleta. O mais correto, é dar um treino
leve no dia seguinte e depois de 48 horas , dar o descanso geral. A resposta da maioria dos atletas fazendo essa recuperação dois dias depois traz um rendimento mais eficiente no decorrer do treinamento.
Dessa forma, uso muitas vezes o day off na manga, como se fosse um mágico que tira uma surpresa a qualquer momento. Por estar próximo do atleta, controlar suas percepções de treino, acabo usando o day off no momento em que acho que vou permitir ao atleta um descanso necessário para o cumprimento da meta na semana. Esses day offs acabam para o mesmo atleta, sendo transitórios, podendo acontecer
em qualquer dia.
Não existe padronizações, mais o que geralmente ocorre, em minhas escolhas, é permitir um descanso total antes de um treino mais forte
( longos ou tiros ), ou escolher uma data mais acessível ao atleta de ter uma melhor sociabilização com a família e amigos ( sábado ou domingo ).
Por todos esses motivos que circundam o day off, ele deve ser encardo como um dia importante no treinamento.
"Prof. Luiz Fernando Bernardi"
Bolt poderia ter atingido a marca de 9s55
O jamaicano Usain Bolt poderia ter corrido a final olímpica dos 100 m rasos com 9s55, quatorze centésimos abaixo do atual recorde mundial estabelecido em Pequim, se não tivesse desacelerado nos metros finais da disputa, informou o estudo científico publicado nesta quinta-feira pelo jornal New Scientist.
"Qual seria o tempo de Usain Bolt nos Jogos Olímpicos se ele não tivesse diminuído seu ritmo para celebrar a vitória? Um grupo de físicos calculou a resposta: o jamaicano teria baixado o tempo de 9s69 para 9s55", explica o estudo.
A equipe do Instituto de Astrofísica Teórica da Universidade de Oslo, conduzida pelo professor Hans Eriksen, se apoiou nas imagens da televisão e estudou a corrida do velocista, comparando-a com a trajetória feita pelo medalhista de prata, Richard Thompson.
"Não concluímos que é um resultado incontestável. Mas é uma aplicação divertida dos princípios simples da Física. Fizemos o melhor que pudemos, e este é o resultado", disse Eriksen.
Depois de analisar a final, o treinador de Bolt, Glen Mills, foi ainda mais otimista do que os físicos, e afirmou que seu pupilo poderia ter alcançado o tempo de 9s52.
O jovem velocista de 22 anos escreveu seu nome na história do esporte ao conquistar três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. Além do recorde mundial nos 100 m rasos, Bolt superou a marca do ex-velocista norte-americano Michael Johnson nos 200 m rasos (19s32 em Atlanta-1996), com o tempo de 19s30, e tornou-se o primeiro atleta desde Carl Lewis, em Los Angeles-1984, a fazer a dobradinha nas provas olímpicas mais rápidas do atletismo.
RFL relacionou a temporada de 2008 de Usain Bolt para o leitor acompanhar sua trajetória até o fantástico tempo nos 100 metros rasos.
Tempos e locais das conquistas em 2008
9.69 - Beijing (National Stadium)
9.72 - New York City, NY
9.76 - Kingston (NS), JAM
9.77 - Bruxelles
9.77 - Rieti
9.83 – Zürich
9.85 - Kingston (NS), JAM
9.85 - Beijing (National Stadium)
9.89 - Stockholm
9.92 - Port-of-Spain
9.92 – Beijing (National Stadium)
10.03 - Spanish Town
Em 2007 terminou em 32º colocação com o tempo de 10.03
Em 2006, Bolt nem se qualificou entre os melhores dos 100 metros rasos
"Texto: UOL Esporte"
"Qual seria o tempo de Usain Bolt nos Jogos Olímpicos se ele não tivesse diminuído seu ritmo para celebrar a vitória? Um grupo de físicos calculou a resposta: o jamaicano teria baixado o tempo de 9s69 para 9s55", explica o estudo.
A equipe do Instituto de Astrofísica Teórica da Universidade de Oslo, conduzida pelo professor Hans Eriksen, se apoiou nas imagens da televisão e estudou a corrida do velocista, comparando-a com a trajetória feita pelo medalhista de prata, Richard Thompson.
"Não concluímos que é um resultado incontestável. Mas é uma aplicação divertida dos princípios simples da Física. Fizemos o melhor que pudemos, e este é o resultado", disse Eriksen.
Depois de analisar a final, o treinador de Bolt, Glen Mills, foi ainda mais otimista do que os físicos, e afirmou que seu pupilo poderia ter alcançado o tempo de 9s52.
O jovem velocista de 22 anos escreveu seu nome na história do esporte ao conquistar três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. Além do recorde mundial nos 100 m rasos, Bolt superou a marca do ex-velocista norte-americano Michael Johnson nos 200 m rasos (19s32 em Atlanta-1996), com o tempo de 19s30, e tornou-se o primeiro atleta desde Carl Lewis, em Los Angeles-1984, a fazer a dobradinha nas provas olímpicas mais rápidas do atletismo.
RFL relacionou a temporada de 2008 de Usain Bolt para o leitor acompanhar sua trajetória até o fantástico tempo nos 100 metros rasos.
Tempos e locais das conquistas em 2008
9.69 - Beijing (National Stadium)
9.72 - New York City, NY
9.76 - Kingston (NS), JAM
9.77 - Bruxelles
9.77 - Rieti
9.83 – Zürich
9.85 - Kingston (NS), JAM
9.85 - Beijing (National Stadium)
9.89 - Stockholm
9.92 - Port-of-Spain
9.92 – Beijing (National Stadium)
10.03 - Spanish Town
Em 2007 terminou em 32º colocação com o tempo de 10.03
Em 2006, Bolt nem se qualificou entre os melhores dos 100 metros rasos
"Texto: UOL Esporte"
Planejando as suas Atividades Físicas: O passo inicial
Ao decidirmos dar início a um programa de atividades físicas para a melhora do condicionamento físico e da saúde, devemos analisar alguns pontos fundamentais.
Essas questões são importantes pois será a partir delas que poderemos organizar todo o processo do nosso treinamento físico de forma precisa e benéfica. O planejamento das nossas ações futuras é o primeiro passo para darmos início à execução de um programa de atividades físicas que contemple o nosso bem-estar físico, emocional, afetivo e social.
Vamos então a análise dessas questões:
1. Qual (ais) atividade (s) praticar ?
Muitos ficam desorientados em relação qual atividade física é a melhor para a saúde. Segundo a fisiologia do exercício, qualquer atividade física realizada com a devida orientação, é benéfica à saúde. Portanto, a escolha da atividade a ser realizada é conforme a afinidade por esta ou aquela modalidade. Entretanto, existem algumas modalidades básicas, como a corrida, a caminhada, a natação, o ciclismo, a musculação, o remo e os exercícios de alongamento que devem fazer parte do programa, pois desenvolvem a resistência cardiorrespiratória, a força muscular e a flexibilidade, capacidades motoras fundamentais para a saúde;
2. Qual o tempo disponível para o treinamento?
A disponibilidade para a execução do programa é decisiva. Devemos aliar trabalho, estudo, lazer e treinamento de forma que um não atrapalhe os outros. Assim, devemos escolher quais os dias que iremos treinar e em que horário. A fisiologia do exercício apregoa uma freqüência mínima de três vezes semanais, de quarenta a sessenta minutos de atividade, para que os benefícios do exercício físico sejam mais sentidos. Portanto, programe o seu cotidiano, incluindo em sua rotina a atividade física;
3. Qual (ais) local (ais) destinado (s) ao treinamento?
O local reservado ao treinamento deve ser escolhido cuidadosamente. Em casa (se tiver equipamento suficiente), em parques públicos, academias, clubes, enfim, um local que atenda a sua disponibilidade de dias e horários, e que não necessite de grandes deslocamentos para se chegar até o mesmo.
4. Qual o nível inicial de condicionamento físico?
O nível inicial de condicionamento físico deverá ser avaliado através de testes físicos específicos. A avaliação física deverá ser realizada por profissionais capacitados (profissionais de Educação Física, fisiologistas ou médicos), pois será através das informações obtidas pela mesma que seu programa será elaborado, de forma individualizada, ou seja, as cargas de treinamento serão aplicadas conforme as suas possibilidades orgânicas.
A observação desses aspectos é fundamental para iniciarmos um programa de atividades físicas.
Procure sempre a orientação de um profissional da área da motricidade humana, no caso, o profissional da Educação Física, que é o especialista do exercício físico, para dar início às suas atividades físicas.
O seu bem-estar físico, emocional, afetivo e social depende de suas escolhas.
"Prof. Marcelo Augustti"
Essas questões são importantes pois será a partir delas que poderemos organizar todo o processo do nosso treinamento físico de forma precisa e benéfica. O planejamento das nossas ações futuras é o primeiro passo para darmos início à execução de um programa de atividades físicas que contemple o nosso bem-estar físico, emocional, afetivo e social.
Vamos então a análise dessas questões:
1. Qual (ais) atividade (s) praticar ?
Muitos ficam desorientados em relação qual atividade física é a melhor para a saúde. Segundo a fisiologia do exercício, qualquer atividade física realizada com a devida orientação, é benéfica à saúde. Portanto, a escolha da atividade a ser realizada é conforme a afinidade por esta ou aquela modalidade. Entretanto, existem algumas modalidades básicas, como a corrida, a caminhada, a natação, o ciclismo, a musculação, o remo e os exercícios de alongamento que devem fazer parte do programa, pois desenvolvem a resistência cardiorrespiratória, a força muscular e a flexibilidade, capacidades motoras fundamentais para a saúde;
2. Qual o tempo disponível para o treinamento?
A disponibilidade para a execução do programa é decisiva. Devemos aliar trabalho, estudo, lazer e treinamento de forma que um não atrapalhe os outros. Assim, devemos escolher quais os dias que iremos treinar e em que horário. A fisiologia do exercício apregoa uma freqüência mínima de três vezes semanais, de quarenta a sessenta minutos de atividade, para que os benefícios do exercício físico sejam mais sentidos. Portanto, programe o seu cotidiano, incluindo em sua rotina a atividade física;
3. Qual (ais) local (ais) destinado (s) ao treinamento?
O local reservado ao treinamento deve ser escolhido cuidadosamente. Em casa (se tiver equipamento suficiente), em parques públicos, academias, clubes, enfim, um local que atenda a sua disponibilidade de dias e horários, e que não necessite de grandes deslocamentos para se chegar até o mesmo.
4. Qual o nível inicial de condicionamento físico?
O nível inicial de condicionamento físico deverá ser avaliado através de testes físicos específicos. A avaliação física deverá ser realizada por profissionais capacitados (profissionais de Educação Física, fisiologistas ou médicos), pois será através das informações obtidas pela mesma que seu programa será elaborado, de forma individualizada, ou seja, as cargas de treinamento serão aplicadas conforme as suas possibilidades orgânicas.
A observação desses aspectos é fundamental para iniciarmos um programa de atividades físicas.
Procure sempre a orientação de um profissional da área da motricidade humana, no caso, o profissional da Educação Física, que é o especialista do exercício físico, para dar início às suas atividades físicas.
O seu bem-estar físico, emocional, afetivo e social depende de suas escolhas.
"Prof. Marcelo Augustti"
Assinar:
Postagens (Atom)